18 de outubro de 2008

Meu Alentejo...

Beja...
Aqui me encontro eu, no meu desassossego desassossegado... O meu profundo Alentejo...
Inquieta, perversa, suja, penetrante, orgásmica, bonita, fascinante, vadia, maravilhosa, bela... Assim é esta pequena grande cidade.
Aqui, perco a noção de tempo, o limite de espaço, o sentido de orientação... aqui sinto-me livre. Livre dos meus medos, livre da imposição do tempo, livre dos momentos, simplesmente LIVRE... e vou voando sem medo da queda, sem medo do infinito, sem medo desta ingrata condição de ser humano.
Por vezes, quero tanto acreditar que sou um pássaro, que acredito mesmo!!
Este tem sido o meu desassossego constante, a inquietude de uma alma perdida num espaço vazio. Já não sei se dói mais a indiferença ou a piedosa impotência que sinto pelo amor.... Que parvoíce!!! Como se o amor me comovesse....
Às vezes não sabemos o verdadeiro significado daquilo que nos invade....

1 comentário:

anademar disse...

ai com que então já é seu também? a menina da capital já se rendeu?! acontece aos bichos da cidade mais empedernidos... caem aqui nas planícies e é vê-los!!
já te linkei. pus-te lá nos blogs da cidade. um beijo